quinta-feira, 8 de março de 2012

TEMPESTADES SOLARES



Uma forte tempestade solar está atingindo a terra nesta semana. Segundo cientistas do centro meteorológico norte-americano (Noaa), trata-se de uma gigantesca nuvem de partículas expelida pelo sol, com velocidade que pode chegar a 6,4 milhões de km/h e resulta de grandes explosões que ocorreram no inicio desta semana.
Podendo afetar o funcionamento de redes elétricas, satélites e GPSs de alta precisão usados em certas operações petrolíferas e agrícolas. Como o efeito maior será sentido nos polos do planeta os aviões que passam por essas regiões podem sofrer alterações em suas rotas. Esta pode ser a tempestade solar mais violenta dos últimos cinco anos.


Assista o vídeo abaixo sobre o tema:



quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

MÉTODO CIENTÍFICO NO MUNDO DE BEAKMAN


(Clique na imagem acima e assista os vídeos)

Comentários são sempre bem vindos!
Abraços

sábado, 25 de fevereiro de 2012

AULA SOBRE GRAVITAÇÃO

Para iniciar seus estudos assista os filmes acessando o link abaixo:
O vídeo é importantíssimo para uma reflexão inicial acerca da elaboração do modelo que representa nosso sistema solar.


Em seguida baixe o material de apoio, que complementa as explicações do livro didático, acompanhe as explicações em sala e comece a resolver os exercícios. 
Dúvidas podem ser tiradas aqui, pelo e-mail pessoal ou durante as aulas.

Material de apoio : 


Bons estudos!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Qual a velocidade do avião durante a decolagem?


Tanto na decolagem como no pouso não existe uma velocidade fixa. Esta varia em decorrência de alguns fatores, tais como: peso da aeronave, condições climáticas, dimensões da pista e percentual da potência utilizado pelo motor.  
Os aviões precisam de uma velocidade elevada para que a diferença entre a pressão na parte inferior e superior da asa seja suficiente para a sustentação da aeronave. Para aeronaves maiores e mais pesadas maior terá que ser o comprimento da pista. 
Esta velocidade é sempre calculada pelas equipes operacionais que levam em consideração os fatores listados acima. Ela é medida em knots (1knots = 1,852km/h). Costumam dizer que tanto para o pouso quanto para a decolagem ela está na faixa de 140 knots (260km/h), mas como dito anteriormente é preciso levar em consideração a aeronave em questão, as características da pista e as condições climáticas.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

TRÂNSITO CONSCIENTE

Este vídeo é ideal para provar que bebida alcoólica e direção realmente não combinam.

Segundo o IBGE o Brasil ocupa o quinto lugar no ranking em número de mortes no trânsito. De 1998 a 2008 a taxa de mortalidade de jovens no trânsito aumentou mais do que 30%. Precisamos mudar esta situação. Faça sua parte. Se for dirigir não beba! DIRIJA PELA VIDA!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Será que Einstein estava errado?

Os neutrinos que teriam ultrapassado a velocidade da luz (300 000 000 m/s), no CERN, na Suiça, em setembro deste ano, podem ter derrubado umas das teorias mais brilhantes da humanidade? Não. Mas,  talvez o feito provoque bem mais do que isto, uma vez que apresenta problemas para a ciência que precisarão, caso a medida seja CORRETA, de uma solução.

Leia um texto SUPER INTERESSANTE sobre esta questão.
Boa leitura!    

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Efeito da Radiação Gama no corpo Humano

Em física, radiação é a emissão de energia por meio de ondas. Determinados elementos químicos, por possuírem núcleos instáveis (quando não há equilíbrio entre as partículas que o formam), liberam raios do tipo gama, capazes de penetrar profundamente na matéria. É o caso dos combustíveis utilizados nas usinas nucleares, como o urânio e o plutônio.

Quando exposto a esse tipo de radiação, o corpo humano é afetado, sofrendo alterações até mesmo no DNA das células. "A radiação tem a capacidade de alterar a característica físico-química das células. As mais afetadas são as células com alta taxa de proliferação, como as reprodutivas e as da medula, que são mais radiossensíveis", explica Giuseppe d´Ippólito, professor do Departamento de Diagnóstico por Imagem da Universidade Federal Paulista (Unifesp).
Os efeitos da radiação são classificados como agudos ou crônicos. Os crônicos se manifestam ao longo de anos após uma exposição não direta mas significativa de radiação. Já os agudos são imediatos. Ocorrem naqueles indivíduos que tiveram contato com material radioativo ou que se expuseram a grande quantidade de radioatividade.
Segundo Gilson Delgado, oncologista e professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), os efeitos agudos variam de queimaduras nas mucosas até alterações na produção do sangue, com rompimento das plaquetas (células que atuam na coagulação do sangue) e queda na resistência imunológica. "Esses efeitos são pouco comuns em acidentes em usinas, pois só ocorrem quando há uma exposição intensa e próxima", explica.
No entanto, em eventos como o ocorrido no Japão, a radiação pode contaminar o ambiente por meio do vazamento de componentes radioativos. O risco passa a ser a entrada de material contaminado na cadeia alimentar humana, por meio do consumo da água, de vegetais ou de carne de animais mantidos com alimentação contaminada. "Com essa exposição frequente aparecem problemas crônicos como câncer de pulmão, de pele ou de sangue (leucemia), problemas na tireóide e esterilidade", conta Delgado.
Pesquisadores apontam que as alterações no DNA das células podem se estender por gerações. Pesquisas recentes com netos de sobreviventes do ataque nuclear a Hiroshima (Japão), durante a Segunda Guerra Mundial, apontaram alta taxa de infertilidade. A explicação estaria no fato de que as células reprodutoras são muito sensíveis e especialmente afetadas pela radiação.
Incidentes nucleares são recentes na história. Por isso, ainda não é possível conhecer todos os efeitos que a radiação pode causar a longo prazo, nas próximas gerações. "Hoje, sabemos que, para quem é afetado, não existe tratamento possível. A radiação pode até sair do corpo, mas o efeito biológico não", afirma Delgado.


Fonte: Revista Nova Escola